Passamos o feriadão de Ano Novo num hotel fazenda perto de BH. Larissa amou e agora só quer saber de fazenda! Lalá com 2 anos e 3 meses se divertiu muito!
Enquanto estávamos no restaurante ou no quarto ela corria toda entusiasmada pedindo: qué i pá fazenda! Tudo que não era ao ar livre não era fazenda.
Andou a cavalo sozinha (igual a menininha, mamãe!), jogou bola com a cadela (toma, cachoinha!), deu bolo para a outra (vem, Kity, comê bôio!), nadou bastante (qué cachoeia, mamãe!), viu os três porquinhos (o lobo sopô a casa deles, fuuuu!), balançou na mangueira (bão-baianção!), viu o papai e a mamãe tirarem leite da vaca (muuuuu!) e chorou quando os viu descendo na tirolesa...
O corpo cansa mas a mente fica deliciosamente leve! Foi um lindo passeio!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Cocô e xixi no penico
Em dezembro nossa florzinha estreou o penico! Isso mesmo, fez cocô e depois xixi no penico com 2 anos e 3 meses.
Fui trocar a fralda que já estava com muito xixi e ela pedi pra fazer cocô. Daí quando fui colocar a outra fralda ela falou: não, mamãe, quéio fazê no penico!
Fomos entusiasmadas ao banheiro e ela sentou no troninho, concentrou, fez força e pronto! Lá estava o cocozinho. Ela levantou toda feliz, olhou pra ele sorridente e falou: hmm, fedoiento! Vem vê tamém, papai!
Sentou de novo, fez xixi, levantou e disse: cheia, mamãe, cheia, papai! Tá fedoiento, memso!
Desde um ano e pouco ela já avisava quando fazia xixi ou cocô. Então, começamos a levá-la ao troninho, compramos calcinhas juntas e de vez em quando ela diz que quer usar, vai ao armário pega uma , tira as fraldas e veste desfilando pela casa.
Quando o xixi escapa no chão ela não gosta e reclama bastante.
Nossa florzinha já está no processo de desfralde... como cresce rápido, viu!
Fui trocar a fralda que já estava com muito xixi e ela pedi pra fazer cocô. Daí quando fui colocar a outra fralda ela falou: não, mamãe, quéio fazê no penico!
Fomos entusiasmadas ao banheiro e ela sentou no troninho, concentrou, fez força e pronto! Lá estava o cocozinho. Ela levantou toda feliz, olhou pra ele sorridente e falou: hmm, fedoiento! Vem vê tamém, papai!
Sentou de novo, fez xixi, levantou e disse: cheia, mamãe, cheia, papai! Tá fedoiento, memso!
Desde um ano e pouco ela já avisava quando fazia xixi ou cocô. Então, começamos a levá-la ao troninho, compramos calcinhas juntas e de vez em quando ela diz que quer usar, vai ao armário pega uma , tira as fraldas e veste desfilando pela casa.
Quando o xixi escapa no chão ela não gosta e reclama bastante.
Nossa florzinha já está no processo de desfralde... como cresce rápido, viu!
Tchau, vô pu tabáio!
Dia desses, Larissa pegou uma calcinha minha, vestiu por cima da roupa, calçou os sapatos do papai e saiu andando pela casa. Chegou na porta, olhou pra trás e falou: tchau, vô pu tabáio!
Todo mundo que não está em nossa casa, está no trabalho, então, ela se arrumou e também queria ir. Fofa demais!
Todo mundo que não está em nossa casa, está no trabalho, então, ela se arrumou e também queria ir. Fofa demais!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Passeio na fazenda
Levamos nossa pitutuca para um fim de semana na fazenda! Foi a primeira vez que ela ficou numa fazenda DE VERDADE (2 anos e 2 meses)! Tinham várias ovelhas que ficavam soltas com seus filhotes, cavalo passeando à vontade pela fazenda, vacas, bois, touros, galinhas, galos... um bezerrinho lindo recém-nascido e um outro que ficou órfão quando nasceu e foi criado pelos fazendeiros, então, ele ficava chegando perto da gente, roçando a cabeça em nossas pernas e lambendo nossas mãos pedindo carinho.
Larissa amou a comidinha mineira feita no fogão a lenha e se esbaldou de na piscina e na à noite na banheira do quarto. Dormiu na caminha e acordou com o som de um montão de ovelhas ao redor do nosso quarto!
Larissa amou a comidinha mineira feita no fogão a lenha e se esbaldou de na piscina e na à noite na banheira do quarto. Dormiu na caminha e acordou com o som de um montão de ovelhas ao redor do nosso quarto!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Preocupações éticas
Várias vezes me pego pensando em como desejo criar a minha flor... sei que ela aprende o que eu faço e falo e, principalmente, como eu faço e falo. Eu e o maridão-paizão. Isso me preocupa... porque não adianta eu pensar de um jeito e fazer de outro, eu acreditar numa coisa e praticar outra e por aí vai...
Sei que educar uma criança é semear o futuro nela.
Para mim, educar um filho, implica em repensar valores e crenças. Implica em perceber como está o mundo e como desejo que ele seja. Implica em observar as pessoas e atitudes em diferentes contextos e pensar em como desejo que elas sejam no futuro. E acredito também que educar é viver. Isto é, educo minha filha no meu viver diário, com minhas atitudes... pelo exemplo mesmo.
Quero que ela seja uma pessoa que se respeite, se valorize e se ame.
Que respeite os outros e os reconheça como legítimos, entendendo como outros, pessoas, natureza, espaços, ideias, crenças e tudo mais, entendendo também que reconhecer não é sinônimo de concordar.
Que seja responsável por suas ações e pela consequência das suas ações sobre os outros (lembrando o que entendo como sendo outros).
Que seja livre. Isto é, que reflita sobre querer ou não as consequências das suas ações sobre os outros.
E, acima de tudo, quero que ela saiba de quem ela é. A quem ela pertence. Quero que ela saiba e vivencie o amor de Deus por nós. O quanto este amor é intenso, único e primordial. E que Ele é a verdade, o caminho e a vida.
Então, na prática, no dia-a-dia, coisas simples como apagar luzes, fechar torneiras, ser gentil, não pisar na formiga, não arrancar a plantinha, compartilhar as coisas, dar um abraço e tantas outras atitudes que acredito que de fato transformam. Não consigo fazer isso o tempo todo, mas sei que é isso que quero tentar e vou me esforçar para aprimorar a cada dia!
É isso! Acredito que viver é educar, mesmo quando não estamos intencionalmente educando.
Sei que educar uma criança é semear o futuro nela.
Para mim, educar um filho, implica em repensar valores e crenças. Implica em perceber como está o mundo e como desejo que ele seja. Implica em observar as pessoas e atitudes em diferentes contextos e pensar em como desejo que elas sejam no futuro. E acredito também que educar é viver. Isto é, educo minha filha no meu viver diário, com minhas atitudes... pelo exemplo mesmo.
Quero que ela seja uma pessoa que se respeite, se valorize e se ame.
Que respeite os outros e os reconheça como legítimos, entendendo como outros, pessoas, natureza, espaços, ideias, crenças e tudo mais, entendendo também que reconhecer não é sinônimo de concordar.
Que seja responsável por suas ações e pela consequência das suas ações sobre os outros (lembrando o que entendo como sendo outros).
Que seja livre. Isto é, que reflita sobre querer ou não as consequências das suas ações sobre os outros.
E, acima de tudo, quero que ela saiba de quem ela é. A quem ela pertence. Quero que ela saiba e vivencie o amor de Deus por nós. O quanto este amor é intenso, único e primordial. E que Ele é a verdade, o caminho e a vida.
Então, na prática, no dia-a-dia, coisas simples como apagar luzes, fechar torneiras, ser gentil, não pisar na formiga, não arrancar a plantinha, compartilhar as coisas, dar um abraço e tantas outras atitudes que acredito que de fato transformam. Não consigo fazer isso o tempo todo, mas sei que é isso que quero tentar e vou me esforçar para aprimorar a cada dia!
É isso! Acredito que viver é educar, mesmo quando não estamos intencionalmente educando.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sessão abraço
Volta e meia minha sapipoca realiza o que o papai batizou de "sessão abraço". Ela começa a correr e a dizer "abaço" vindo em minha direção e dá um delicioso e apertado abraço na minha perna. Depois, corre em direção ao meu maridão e faz o mesmo com ele. Daí ela fica indo e vindo várias vezes dando abraços na gente. Ah, a gente não pode retribuir na hora não porque ela não gosta (mas assim que ela termina a gente abraça e aperta muito!).Este é um dos melhores momentos do dia!!!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Dançando e cantando pela vida afora!
O contato com a música, além de prazeroso e divertido, é saudável e contribui para novas descobertas e novas percepções. Habilidades sociais, de criação e de expressão são aprimoradas e vários sentimentos e vivências podem ser elaboradas através dela.Sempre gostei muito de música. Influências da minha mãe, do meu pai e também outras ao longo da vida fizeram com que eu me interessasse pela letra, pela melodia e pelos sons dos instrumentos.
Durante toda a gravidez ouvi músicas que me ajudavam a relaxar e a entrar em contato com o pequeno ser que se formava dentro de mim. No parto também ouvi músicas deliciosas e Larissa veio para o meu colo ao som de uma bela melodia.
A amamentação, o banho e as trocas de fraldas eram momentos singelos e sempre musicais.
Aos poucos as notas musicais foram tomando forma: pintinho amarelinho que cabe na palma da mão, balão que cai aqui, barba do bode e tantas outras, se tornaram gestos, olhares e expressões.
Agora ela já canta junto conosco, pede músicas específicas e também cria as suas próprias canções.
Ontem à noite tivemos um show que foi fotografado na memória. Larissa, com 2 anos e 1 mês, nos chamou para sala e, balançando a cabeça, os bracinhos e o corpo, dançou e cantou lindamente aos aplausos da mamãe e do papai! Não foi a primeira vez, mas ontem foi especial, era como se ela tivesse se preparado e ensaiado antes. Nossos corações encheram-se da alegria contagiante dela dançando e cantando!
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